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Yann Tiersen

Há musicos que não me cansam de supreender e neste lote incluo este françês. Tiersen tornou-se conhecido através da banda sonora d'"O fabuloso destino de Amalie Poulain" mas a sua criação vai para além da pura musica parisiense, das escadarias de Montmartre ou das vielas do Quartier Latin. Nascido na Bretanha, a sua sonoridade revela uma pura fusão de estilos, entre o tradicional e o contemporâneo. O virtuosismo de Tiersen permite-lhe tocar piano, violina, guitarra, acordeão e flauta, numa sucessão de sons que encantam pela sua diversidade. Tudo isto num musico de 37 anos. Infelizmente não assisti a concerto que deu em 2006 por terras lusas mas acredito que oportunidades não vão faltar. Dois exemplos para aguçar o apetite.

Cara ou corôa?

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Ontem o PSD foi a eleições para eleger o seu novo líder e não foi com grande surpresa que hoje recebi a notícia da vitória do candidato do norte, pelos vistos o menos mau para os militantes do PSD. O que dizer de Luis Filipe Menezes, o homem que lutava contra os elitistas, sulistas e outros liberais que havia pelo partido. O presidente da câmara que andou de braço dado com Pinto da Costa depois de Rui Rio acabar com a premiscuidade na câmara do Porto. O tal que construiu o centro de estágios do Olival com dinheiros publicos e que suporta a gestão do mesmo mediante o pagamento de uma renda irrisória. No entanto, do outro lado, apenas estava o eterno aspirante a alguma coisa na política. O nº 2 que nunca se afirmou e que se desvanece no tempo com a areia numa ampulheta, uma das sátiras com mais "nóia" na televisão portuguesa. Algo vai mal no partido em quem votei diversas vezes. O vazio de ideias e o silêncio dos mais competentes só augura uma possível 2ª maioria para o engenh...

Bando de Irmãos

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Na ressaca de "Saving private Ryan", Steven Spielberg e Tom Hanks embarcaram num projecto financiado pela HBO - uma das maiores cadeias de televisão por cabo nos Estados Unidos - para filmar a história de uma companhia durante a 2ª guerra mundial. A Easy company, do 2º Batalhão do 506º Regimento de Infantaria aerotransportada, foi a escolhida, com o argumento baseado num punhado de livros escritos por sobreviventes. Em dez episódios, que abrangem desde o treino ao final da guerra, Spielberg consegue transmitir o espírito de uma unidade e os laços de amizade que uniram os vários combatentes, em cenas de combate ao nível do melhor que se vê no "Soldado Ryan". Mais do que um filme, "Bando de Irmãos" consegue ser um documentário, entrevistando nos dias de hoje os reais membros que viveram as situações relatadas na série. Viciante e um must para quem gosta de filmes de guerra.

Sabedoria oriental

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Ontem reencontrei uma máxima de Confúncio que me ficou a dar voltas na cabeça: "Escolhe um trabalho que gostes, e não terás de trabalhar nem um dia da tua vida." Sempre tive uma queda para a cultura oriental, a forma como a vida é vista daquele lado do planeta consegue surpreender-me com facilidade. Comecei com "O segredo do Tao" (as mentes mais atrevidas que não confundam com o tauísmo), derivei para o "Livro tibetano da vida e da morte", passei pela "Arte da Guerra" e os "Os seis ensinamentos secretos" e cheguei a Lao Tsé. A futilidade de muitos valores que a nossa sociedade valoriza, associada à constante procura do equilibrio entre o físico e o mental, leva-me a ter vontade de folhear Lao Tse nos dias mais stressantes. O ritmo diminui, a mente relaxa e a forma como agimos muda gradualmente. Uma boa receita para os dias de hoje.

Regresso às aulas

Como sou um tipo que gosta de desafios e me sentia pouco "pressionado" pelos afazeres profissionais, decidi voltar a estudar neste ano lectivo. No final desta jornada deverei ser o Mestre Mestre, o que soa a redundância, mas como a "César o que é de César", ao concluir o mestrado passarei a ter o grau de Mestre. Estou a pensar nessa altura assinar o blog como Mestre^2 para dar um ar mais sério. Afinal, para confusões com o título académico já nos chega o nosso 1º. Voltei ao ISEG, essa grande escola de onde sairam excelentes profissionais da economia e finanças, e é com alguma expectativa que aguardo pelo desenrolar das aulas e a exposição dos respectivos conteúdos, culminando na defesa da tese perante um juri. É escusado dizer que à minha chegada sou brindado com uma sessão de praxe académica aos caloiros deste ano, mas os meus cabelos brancos devem ter sido suficientes para não me questionarem sobre a "verdura" na universidade. Espero que esta vaga de a...

Bonança

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Depois de uma fase conturbada eis que surge o arco-irís. Ao final do dia de trabalho nem queria acreditar na pirueta que estava a assistir. Num acto de puro contorcionísmo oriental, sou confrontado com um sorriso e a oferta de uma saída serena de um palco onde fui vaiado nos ultimos tempos. Mais uma vez dois caminhos e duas reacções possíveis. Optei pela menos óbvia e senti que surpreendi, só por isso o sentimento de satisfação foi enorme. Resta saber se, mesmo assim, continuo a remar neste barco ou tento mudar de embarcação, já que confio pouco no timoneiro. Resta esperar, pacientemente, pelo passar dos dias e deixar a poeira assentar.

Monty Python versão nacional

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Hoje fui ao Auditório dos Oceanos ver "Os melhores sketches dos Monty Python", com um elenco divertido e uma tradução muito fiel de Nuno Markl. No final das quase duas horas foram muitas as risadas, com um José Pedro Gomes ao melhor nível, bem acompanhado por Miguel Guilherme e Jorge Mourado. Fiquei um pouco desiludido com a prestação do António Feio - uns furos abaixo do "Arte" ou das "Conversas da treta" e do Bruno Nogueira. Para quem gosta de humor é sempre bom de assistir mas reservem com antecedência porque a lotação estava esgotada.