Estou a precisar de férias.

Faz este fim de semana um ano que estava a caminho de Malta para uma escapadinha carnavalesca a dois. Destino previlegiado para ingleses, estava curioso sobre o que iria encontrar numa ilha que respira história.

Na memória ficou-me um centro histórico de La Valleta muito original, uma magnifíca varanda com vista para o Grande Porto e os passeios nas ruelas antigas sob um tímido sol de Fevereiro que teimava em aquecer os poucos turistas que por lá andavam.

Malta foi uma experiência diferente. Imaginem o que é misturar uma população meio berbére meio italiana, aqui e ali contrastando com gente loura de olhos claros - descendentes dos antigos cavaleiros de S. João - e regida por uma cultura 100% britânica, fruto de 150 anos de domínio inglês. Terra que teve em Corto Maltese o seu nativo mais conhecido, o arquipélago beneficiou da sua localização estratégica para ser disputado por todas as civilizações desde a pré-história, o que deixou marcas visiveis desde o tempo grego. O clima ameno, a boa comida e a simpatia dos locais fazem desta ilha um local diferente para umas férias mais descansadas.

Pena que este ano tenha que ficar em terras lusas.

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